O cara. Sinônimo de alegria. Luiz.
Roda de capoeira enfrentou, cinema amou, por fora e por dentro (foi figurante no primeiro Orfeu do Carnaval).
Musica viveu, chamado a mostrar seu batuque nos terreiros, um atabaque suingado, que nada devia a Nana Vasconcelos, a nenhum ritmista de qualquer escola de samba.
Gostava de compor, marchinhas que embalou a turma na Av. Amaral Peixoto e em Santa Catarina. Ultimamente, compunha louvores ao Deus único.
Suas excursões eram sinônimo de alegrias e diversão. Brincadeiras, piadas, cantorias.
Com pulso firme e forte, não admitia o deslize, que vei lhe causar alguns problemas familiares. Hora, ele mesmo foi um exemplo de retidão. Nasceu e morreu pobre, nem quando saiu do colégio interno, se dobrou a bandidagem, e a miséria, foi um trabalhador. Honrou pai, mãe e irmãos até seu último momento.
- Paulo César, você sabe que eu te amo. Este foi o António Luiz da Silva. Teve posição firme no viver.
A sua branca, filhos e netos, suas paixões.
Seu violão, sua voz, seu viver.
Já deixa saudades.
Agora, livre das amarras mesquinhas deste mundo, ganha o céu. É ouso falar, que tal como Paulo, combateu o bom combate é guardou a fé é a alegria de viver.
Adeus meu irmão Antônio Luiz da Silva. Um amante incondicional da vida. Amou.
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